Os dias atuais se tornaram exigentes e para que uma pessoa dê conta do recado terá que utilizar forças quase sobre-humana. Vivemos na era do fast, speedy, lightness, mas tudo full time. Na pandemia moderna quanto mais rápido melhor, quantidade em detrimento da qualidade. O comportamento doentio, já alastrado em todo o ocidente é muito mal visto pelo oriental que cultiva a prática de observar para ter certeza. Ao contrario de nós que, primeiro afirmamos e só depois confirmamos, bem depois.
Fisiologicamente falando, nosso organismo não foi projetado para uma velocidade exacerbada o tempo todo. Quando adotamos um comportamento assim acabamos por violar muito de nosso ritmo, nosso limite e até daqueles que nos cercam. O esforço excessivo pode se assemelhar aquele que queima seu carvão de todo o inverno logo nas primeiras semanas, ou aquele que superlota um veículo com passageiros, obrigando um funcionamento extra do motor.
O mecanismo de auto defesa de organismo logo dá sinal, porém é desprezado, reiteradamente, até que surge os famosos apagões ou seja, colapso do sistema. Nem os sinais no: sono, fadiga, memória, dificuldade de atenção e concentração, humor, AVC, arritmia cardíaca entre outros servem de alerta.
Mas o que adianta estar ligado de tudo, ganhar o mundo e perder a própria vida? É indispensável observação do grau de afetamento, pois fatalmente a resposta orgânica cobrará muito caro. Você até pode trocar o reparo da torneira que fica pingando, colocar remendo na roupa, fazer pudim de pão amanhecido, mas não dá para remendar a vida. Não abuse da oportunidade disponibilizada, nem tudo tem duas chances.
Para vencer é preciso se valorizar, descubra como!
Nunca desista, MANTENHA A FÉ & VIVA INTENSAMENTE!
Um forte abraço,
SACRIFÍCIOS SÃO TEMPORÁRIOS… A RECOMPENSA É PARA SEMPRE
by Gerson Sena de Castro
Personal & Professional Coaching
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: gerson.sena.de.casto
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Fonte: imagens da internet
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Veja que coisa
Um escritor de renome escreveu: “Eu estava dirigindo a uma distância segura do carro da frente, quando o motorista pisou no freio. Parei imediatamente, mas o carro atrás de mim estava próximo demais e bateu no meu jipe. Na verdade não houve dano algum, mas enquanto eu me afastava dali, algo a respeito daquele incidente me incomodou. Semanas depois, eu estava em uma rodovia de alta velocidade. Atrás de mim estava um enorme caminhão carregado de carros...diante de mim, havia diversos carros... e mais adiante, um ônibus escolar. O ônibus parou para deixar uma criança. Encostei e parei atrás do carro da frente e depois me lembrei da lição que aprendi com o acidente anterior. Às vezes posso parar com segurança, mas o motorista atrás de mim, não. Quando olhei pelo retrovisor, o caminhão cheio de carros estava tentando parar desesperadamente. Encostei, dando-lhe o espaço livre do tamanho de mais um carro, enquanto ele, cantando os pneus, parava: bem atrás do carro que antes estivera diante de mim. Se eu não tivesse feito isso, todos nós teríamos engavetado.”
Querido amigos!
Oito da noite
Para grande maioria de pessoas é muito difícil controlar a cólera ou a indignação. Perdem a noção do que dizem e fazem, destemperam-se e terminam por arrepender-se do que deixaram escapar, seja em palavras ou atitudes impensadas. Entendo esse estado de espírito, comum ao ser humano, mas, não aconselho a aceitá-lo como normal. Uma pessoa sob influência da ira perde a harmonia, o entendimento, e também o equilíbrio para poder tomar decisões e consequentemente seu próprio controle.
Apreciando a natureza podemos retirar muitas lições. A sabedoria está em entendê-las e aplicá-las ao dia dia. Desde pequeno fiquei admirado com a história do Rei Salomão que pediu sabedoria a Deus. Tendo-a recebido administrou seu reino, uma nação e aquisição de uma fortuna incalculável, deixando um grande legado para toda humanidade, visto até os dias de hoje. Em seu mais celebre livro, Provérbios, folha 10, linha 22, Salomão registra, “a bênção do SENHOR é que enriquece; e não traz consigo dores”. 
Por onde passo, independente dos contatos que mantenho com as pessoas, seja no nível pessoal ou profissional, informal, espiritual, etc., sempre tenho observado que as diferenças são motivos de alguns conflitos. Mas um olhar mais atendo revela que diferenças devem ser sempre vistas com alegria e nunca como incomodo. 
Quando conclui a leitura do livro “O Monge e o Executivo”, de James C. Hunter acabei por querer registrar minha participação na obra. E o fiz assim:
Santa medida! Na Sagrada Escritura existe uma narrativa do profeta Ezequiel (Cap. 47), que usa um cordel de medir. Que de tempo em tempo sonda as águas e constata que primeiro davam pelos artelhos, depois pelos lombos, mais adiante não podia atravessar, porque as águas eram profundas, águas que se deviam passar a nado.