“Aprendizagem é experiência, o resto é informação”. Albert Einstein
Ao observar a incompletude do homem deparamos com essa realidade em nossas vidas. Por conta disto me vem a pergunta que não quer se calar: como posso concluir meu processo de desenvolvimento? Como faço para acabar com essa insatisfação interna que tanto me azucrina.
A resposta é bem simples, mas a dificuldade está no depois de desejado e até deflagrado o processo de “recuperação”. O principal complemento está em que ele seja iniciado e mantido para ser gerador de resultados e satisfação, se não for mantido o agir é inócuo, pura perde de tempo e energia.
O Coach se torna um sócio facilitador da aprendizagem. O processo será usado sempre para abrir possibilidades de ação, para que o coachee assuma o poder que está em suas mãos, mas não em seu entendimento consciente de possibilidades.
O programa de coaching é um processo provocativo de muitas mudanças em vários vertentes. Eis algumas: a forma como vemos as coisas, da forma como agimos e interagimos com elas. Se falamos em modificação de algo o ponto do observador é crucial para entender como estamos. Olhando para o alvo certo da forma correta interfere/influencia na leitura precisa, que por sua vez desperta nossa atenção para o como agimos e constatamos os resultados. Não falamos em Coaching se o resultado não for aquele que desejamos. Nesta hipótese a ação/interação pode ser modificada para obter resultados diferentes e mais satisfatório.
A modificação do nosso ponto de observação já é bastante eficiente para modificar nossa maneira de agir/interagir/operar, o que é modificador de comportamento e até do caráter já desenvolvido em nós, muitas vezes resistentes a mudança.
L. Wolk afirma, “as pessoas não resistem às mudanças, elas resistem a serem mudadas”. Coaching é um convite a mudança e a ser mudado, sem contudo agredir, retrair, ou ser gerador de medo.
Somos seres em pleno desenvolvimento, uns mais, outros menos, de acordo com a disponibilidade e interesse!
MANTENHA A FÉ & VIVA INTENSAMENTE!
Um forte abraço,
SACRIFÍCIOS SÃO TEMPORÁRIOS… A RECOMPENSA É PARA SEMPRE
by Gerson Sena de Castro
Personal & Professional Coaching
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desenvolvendo.voce@hotmail.com
gerson.sena.de.casto
014,0010130
Fonte: imagens da internet.
No caso de não haver indicação da autoria em algum artigo neste blog, poderá utilizar à seguinte referência: CASTRO, Gerson Sena – COACHING. Guaratinguetá: 2013. Disponível em: http://desenvolvendo-voce.blogspot.com - Acesso em: __-__-_____.
Se você souber informar a "autoria desconhecida" de texto ou citação farei a devida correção.
Sou grato por informar quando extraído qualquer informação desta página. Autorizo utilização dos artigos na íntegra ou parcialmente, desde que seja citada a fonte: http://desenvolvendo-voce.blogspot.com/


Você já mediu seu nível de felicidade? O quanto um cadeirante pode ser feliz em sua cadeira? Pois bem, no ultimo 25 de junho, 60 pessoas reunidas no SENAC participaram de um charmoso e agradável World Café. Organizado pela Rede Social de Guaratinguetá, liderados pela Vera Guio e expoentes da comunidade local, interagiram em torno do tema “mercado de trabalho para portadores de deficiência física”. Dr. Júlio Henrique e a psicóloga Kátia, ambos do ILA, abordaram questões legais sobre cotas de portadores de deficiência que as empresas são obrigadas a contratar. Já Luiz Eduardo vindo especialmente de São Paulo, deu seu depoimento, de sua cadeira de rodas, e contagiou a todos com sua alegria de viver. Ver um cadeirante dizer que não trocaria sua vida pelo corpo de nenhum dos presentes levou todos a uma reflexão do quanto praticamos a gratidão pelo que somos e temos. 

Como seria o seu discurso na noite de sua premiação em “Os Melhores do Ano”? Como pessoa dedicada, focada no trabalho é certo que chegaria lá. Agora chegou e está prestes a discursar para uma plateia ávida por te aplaudir. Você se preparou para isso, nada aconteceu por acaso. Todos querem saber: como consegui? Vão anotar a receita, crendo que podem reproduzir ao pé da letra para chegarem ao mesmo resultado. Outros vão achar que a vida foi mais justa com você e, por outro lado, mais injusta com eles. Mas não se abata diante dos chorões de leite derramado, é igual pardal, tem em todo lugar. 

Para maximizar o potencial da alegria uma pessoa tem que evitar a “síndrome de parque de diversão”[1], mal entrou num brinquedo já está pensando no próximo, assim não se desfruta de nada. Tem gente agindo generalizadamente na vida é mega ligado em mil siglas, de rede social a equipamentos, ao mesmo tempo não está ligado a ninguém, o típico: “missa de corpo presente”. Quem não tem consciência de sua presença está fadado ao fracasso. Presente – seja substantivo ou verbo – demanda uma qualidade de inter-relacionamentos pessoal. Já ouviu falar do “ganha, mas não levar...”? É quando a pessoa deixa de desfrutar do sabor da vitória depois de tanta dedicação... Tem vitória na carreira e derrota no relacionamento, é altamente frustrante. Perda de tempo, energia e recursos, nem pra quem pode, muito menos para quem não pode!
Realizar algo sem satisfação é uma tortura. É como ser enterrado vivo assistindo tudo de um caixão de cristal. Toda vez que alguém fala da angustia que sente pelo fracasso, frustração, entendo o que diz. É horrível mesmo estar fazendo o que não gosta, mas, pior ainda é não estar fazendo o que se gosta. Quando não há prazer, alegria, satisfação seja no trabalho que empreendemos esforço, ou no relacionamento sempre o resultado é frustração, desanimo e desgosto. Essa sensação facilita a perda de foco e de energia. Mas nem tudo está perdido. Duas forças podem motivar uma pessoa sair da zona de conforto, ainda que [esta] seja desagradável: uma é evitar o que se odeia, outra é mirar no que deseja muito – dor e prazer. Podemos usar a frustração como motivador para deixar a zona atual rumo àquela desejada, mas atenção se surgir medo, ele logo paralisia tudo, por isso devemos gerenciar esse sabotador com metodologia certa e determinação.