Uma pesquisa realizada junto a empresários revelou que 68 a cada 100 patrões têm dificuldades na hora de contratar. Atualmente, 148 mil postos de trabalho não são ocupados por falta de mão de obra qualificada. O prejuízo pode ser visto no Estado do Mato Grosso que não quebrou seu recorde agrícola por falta de tratorista. A grande massa de desempregados não consegue entrar na fila dos empregadores procurando talentos.
Em 2005, iniciamos a crise de falta de engenheiros, em 2013 foi a da falta de médicos. Pergunta: Mas por que tem gente morrendo de sede ao lado da cacimba? Resposta: Não sabem tirar a água de lá. Engenheiros e metereologistas vindo da Índia e médicos de Cuba não estão ocupando lugar de brasileiro, os importados nem conseguem atender à vaga que os nativos não querem ocupar.
Até no facebook circula o alerta de que a “caneta é mais leve que a enxada”, em ambos os casos não acontecerá nada sem alguém ir lá para manobrá-las. A formula do sucesso é 10% inspiração e 90% de transpiração, a dedicação faz a diferença.
O grande Louis Paster afirmou: “a sorte favorece a mente bem preparada”. Percebo que existem dois tipos de vitória, uma é a secreta que ocorre todo dia, onde a pessoa se vence por meio do empenho, superação e aprendizado e a outra é a pública onde é aplaudida ao se sagrar campeão por aplicar o conhecimento adquirido na primeira fase.
Existe uma receita infalível para se fazer sucesso e olha que já é bem conhecida, mas poucos a dão o devido valor. Não existe nada mais motivador para uma carreira do que fazer o que se gosta, ainda que não dê muito dinheiro a pessoa estará feliz. Na hora que a pessoa se dedica a fazer o que gosta, aflora o talento e é nesta hora que ela passa a valer mais, a tal ponto que os outros não se importam em pagar o preço justo para ver o bom talento em operação. Neymar e Kaka que o digam!
É bem fácil contratar um trabalhador para um bom salário, mas contratar um talento já é outra história. Quando falo de talento não me refiro só a Fernanda Montenegro, Bach, Tom Jobim ou Billy Graham, mas aquela pessoa que está desejosa em fazer a diferença onde está independente da opinião critica de quem quer apagar a luz alheia por não conseguir manter a própria luz acesa. Existe uma diferença entre tirador de pedido e um vendedor, entre emprego e trabalho, entre gostar de fazer e o ter paixão pelo que se faz. Quem viu Airton Senna correndo sabe do que falo.
Desde 2008 atuo como personal coach, já perdi as contas das minhas horas de voo e dos números de clientes que atendi, mas nunca vou me esquecer dos diamantes e pérolas que deparei. De fato tenho muito cascalho para remover (98%), mas a satisfação de deparar com uma joia me inspira a cada manhã na incessante caça de talentos. Não importa a cor, o credo, o gênero, ou a nacionalidade, 100% das pessoas têm um talento oculto, porém, o mais triste é saber que alguns trancaram suas minas e jogaram a chave fora, os vejo sentados ao lado da cacimba com canequinhas empoeiradas.
MANTENHA A FÉ & VIVA INTENSAMENTE!
Um forte abraço,
SACRIFÍCIOS SÃO TEMPORÁRIOS… A RECOMPENSA É PARA SEMPRE
by Gerson Sena de Castro
Personal & Professional Coaching
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desenvolvendo.voce@hotmail.com
: gerson.sena.de.casto
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Fonte: imagens da internet. artigo publicado na Revista Sinal Verde, ano 5, Ed. 58, Outubro, 2013.
No caso de não haver indicação da autoria em algum artigo neste blog, poderá utilizar à seguinte referência: CASTRO, Gerson Sena – COACHING. Guaratinguetá: 2013. Disponível em: http://desenvolvendo-voce.blogspot.com - Acesso em: __-__-_____.
Se você souber informar a "autoria desconhecida" de texto ou citação farei a devida correção.
Sou grato por informar quando extraído qualquer informação desta página. Autorizo utilização dos artigos na íntegra ou parcialmente, desde que seja citada a fonte: http://desenvolvendo-voce.blogspot.com/

Você já mediu seu nível de felicidade? O quanto um cadeirante pode ser feliz em sua cadeira? Pois bem, no ultimo 25 de junho, 60 pessoas reunidas no SENAC participaram de um charmoso e agradável World Café. Organizado pela Rede Social de Guaratinguetá, liderados pela Vera Guio e expoentes da comunidade local, interagiram em torno do tema “mercado de trabalho para portadores de deficiência física”. Dr. Júlio Henrique e a psicóloga Kátia, ambos do ILA, abordaram questões legais sobre cotas de portadores de deficiência que as empresas são obrigadas a contratar. Já Luiz Eduardo vindo especialmente de São Paulo, deu seu depoimento, de sua cadeira de rodas, e contagiou a todos com sua alegria de viver. Ver um cadeirante dizer que não trocaria sua vida pelo corpo de nenhum dos presentes levou todos a uma reflexão do quanto praticamos a gratidão pelo que somos e temos. 

Como seria o seu discurso na noite de sua premiação em “Os Melhores do Ano”? Como pessoa dedicada, focada no trabalho é certo que chegaria lá. Agora chegou e está prestes a discursar para uma plateia ávida por te aplaudir. Você se preparou para isso, nada aconteceu por acaso. Todos querem saber: como consegui? Vão anotar a receita, crendo que podem reproduzir ao pé da letra para chegarem ao mesmo resultado. Outros vão achar que a vida foi mais justa com você e, por outro lado, mais injusta com eles. Mas não se abata diante dos chorões de leite derramado, é igual pardal, tem em todo lugar. 

Para maximizar o potencial da alegria uma pessoa tem que evitar a “síndrome de parque de diversão”[1], mal entrou num brinquedo já está pensando no próximo, assim não se desfruta de nada. Tem gente agindo generalizadamente na vida é mega ligado em mil siglas, de rede social a equipamentos, ao mesmo tempo não está ligado a ninguém, o típico: “missa de corpo presente”. Quem não tem consciência de sua presença está fadado ao fracasso. Presente – seja substantivo ou verbo – demanda uma qualidade de inter-relacionamentos pessoal. Já ouviu falar do “ganha, mas não levar...”? É quando a pessoa deixa de desfrutar do sabor da vitória depois de tanta dedicação... Tem vitória na carreira e derrota no relacionamento, é altamente frustrante. Perda de tempo, energia e recursos, nem pra quem pode, muito menos para quem não pode!
Realizar algo sem satisfação é uma tortura. É como ser enterrado vivo assistindo tudo de um caixão de cristal. Toda vez que alguém fala da angustia que sente pelo fracasso, frustração, entendo o que diz. É horrível mesmo estar fazendo o que não gosta, mas, pior ainda é não estar fazendo o que se gosta. Quando não há prazer, alegria, satisfação seja no trabalho que empreendemos esforço, ou no relacionamento sempre o resultado é frustração, desanimo e desgosto. Essa sensação facilita a perda de foco e de energia. Mas nem tudo está perdido. Duas forças podem motivar uma pessoa sair da zona de conforto, ainda que [esta] seja desagradável: uma é evitar o que se odeia, outra é mirar no que deseja muito – dor e prazer. Podemos usar a frustração como motivador para deixar a zona atual rumo àquela desejada, mas atenção se surgir medo, ele logo paralisia tudo, por isso devemos gerenciar esse sabotador com metodologia certa e determinação.