(continuando...)
(25-I) – 8 Lições do Ideal de Cooperação
8ª Lição – O progresso eficaz é via de mão dupla entre os níveis gerenciais médios e alta administração, o importante é haver liberdade e poder para agir.
A oitava lição do ideal de cooperação, obtida na fase teste do projeto de “Organização que Aprende”, tão logo o MIT encampou a tese de SENGE, trata justamente da desmistificação da ideia de que a vontade da alta cúpula é que inicialmente determina o sucesso e/ou fracasso desse novo paradigma administrativo.
É natural que resistências surjam, mas para que toda novidade seja bem vinda, é necessário, a meu ver, que todos entendam os benefícios decorrentes. Eu diria: Ninguém pega ônibus lotado se não estiver com pressa, não é verdade!? Se não valer a pena a gente não faz nada, mas ante temos que perceber que haverá benefícios para aderir.
Assim, se o alto comando da organização que você faz parte ainda não tomou conhecimento das ideias sistêmicas de SENGE, nem mesmo do fato de que as organizações podem aprender, e muito, em todas as fases do processo - desde criação/desenvolvimento, produção, comercio, ou até serviço -, isso não caracteriza impedimento para que você mesmo o apresente. Olha uma oportunidade se revelando aí! Por outro lado, na qualidade de gestor principal que percebeu o valor de uma organização que aprende nada o impede de instruir os demais na tese de uma organização que aprende.
Importante ressaltar:
- - A via é de mão dupla;
- - Resultados e benefícios são mais convincentes do que retórica, esta - retórica - só se sustenta com fundamentos naqueles - bons resultados -; (exemplos arrastam)
- - Somente os objetos inanimados não são passiveis de motivação; (enquanto há vida há esperança)
- - Uma vez iniciado e deflagrados toda organização será contagiada, pelos resultados, sejam quais forem;
- - A eficácia não provém dos iniciadores, mas daqueles que tem poder efetivo de mudança, independente do nível que estejam;
- - É “essencial haver uma ‘liderança local de linha’ dos esforços de aprendizagem,” inclusive “(...) para implementar novas ideias e formas de trabalhar juntos”.
- - O desenvolvimento e aperfeiçoamento da capacidade de aprender geram novas ideias e formas de trabalho em conjunto, por conseguinte traduzem-se em novas decisões e ações repercutindo infinitamente; (o processo é contagiante em deflagrar novos processos).
(Bom, até o momento foram 15 postagens sobre o tema, todavia gostaria de continuar explanando-o mais. Estou comprometendo em retomá-lo em breve.)
Nunca desista, MANTENHA A FÉ & VIVA INTENSAMENTE!
Um forte abraço,
SACRIFÍCIOS SÃO TEMPORÁRIOS… A RECOMPENSA É PARA SEMPRE
by Gerson Sena de Castro
Personal & Professional Coaching
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desenvolvendo.voce@hotmail.com
: gerson.sena.de.casto
014,012010
Fonte: imagens da internet
No caso de não haver indicação da autoria em algum artigo neste blog, poderá utilizar à seguinte referência: CASTRO, Gerson Sena – COACHING. Guaratinguetá: 2013. Disponível em: http://desenvolvendo-voce.blogspot.com - Acesso em: __-__-_____.
Se você souber informar a "autoria desconhecida" de texto ou citação farei a devida correção.
Sou grato por informar quando extraído qualquer informação desta página. Autorizo utilização dos artigos na íntegra ou parcialmente, desde que seja citada a fonte: http://desenvolvendo-voce.blogspot.com/
6ª Lição – Todas as disciplinas são importantes, estão interligadas e interdependentes uma às outras.
5ª Lição – Expansão do grupo de defensores iniciais e a consolidação do programa se darão à medida que se comprova os méritos práticos.
Recebi esta mensagem de um amiga do curso de RH. Gostaria de compartilhar com os amigos e leitores.
2ª Lição – Para cada história de sucesso houve uma de fracasso;
Assim como Piter Senge marcou sua época, cada um também tem sua oportunidade de marcar a sua breve existência terrena de forma a deixar sua contribuição ao desenvolvimento. De minha parte estou registrando aqui, neste blog, algumas reflexões e “provocações”, enquanto outros escritores não o fazem. Em breve estaremos comemorando 7000 vistas. Já ultrapassamos 200 postagens. Mas qualquer um que chegar hoje, poderá ler e ver o que já registramos. Sendo ou não uma singela contribuição, eis a minha, atualmente sobre a influência de SENGE. Mas prosseguindo...
Dando prosseguimento às provocações de Peter Senge, meu propósito de compartilhar alguns comentários sobre o livro. Visto que no final de 1973, Dom Michel, publica a obra On Learning to Plan – and Planning to Learn (traduzindo ao pé da letra, temos: Em Aprender a planejar – e Planejamento para Aprender), que se baseou em levantamento realizado junto a 14 empresas de grande porte que, reconhecidamente, são voltadas para aprendizagem, lá foi identificado três elementos de “contexto e criadores de significado e definidores de perspectiva” nos esforços da organização que aprende, como sendo (1) visão, valores e integridade; (2) diálogo; e, (3) pensamento sistêmico. Por outro lado outras três práticas se tornaram “essências para a integração da aprendizagem com o trabalho cotidiano” (1) modelagem mental; (2) aprendizagem na ação; e, (3) alavancagem da aprendizagem. Considerando sempre os novos desafios, como globalização, entre outros sem precedentes, muitas organizações não estão preparadas para competir no novo mercado de novas visões, de novos paradigmas.
No inicio dos anos 90 muito se falou em Qualidade Total. Ainda hoje as empresas buscam implantar o programa Q.T. Todavia SENGE alertou para o fato de que apenas 1/3 dos gerentes, das 500 empresas pesquisadas pela Arthur D. Little, nos Estados Unidos, disseram que tal programa gerou um impacto competitivo, mas do outro lado do Atlântico, 2/3 das empresas europeias acabaram abandonando seus programas de Q.T. “por causa de sua incapacidade de produzir [principalmente deles perceberem] resultados que pudessem ser mais expressivos”, cujo impacto devem ser estudados, bem estudados, por quem sabe convencê-los dos resultados positivos. 
Tenho encontrado na web muitos artigos, comentários, textos e resumos da obra de SENGE. Não seria por menos. Seu livro causou, como um marco, uma revolução, para aqueles que buscam por meio do desenvolvimento, pessoal e organizacional, consolidar o crescimento. Crescer dá trabalho, ser grande mais ainda. Na verdade, não há novidade na abordagem de SENGE. A inovação está na forma que ele reúne e apresenta os conceitos. Na forma que ele propõe o novo padrão para o crescimento das organizações. 