(25-H) – 8 Lições do Ideal de Cooperação
7ª Lição – Haverá situações que o pensamento sistêmico se revelará mais difícil de progredir do que nas outras disciplinas. [A tentadora zona de conforto.]
Ao ver a reprise de uma reportagem da TV Record, sobre crianças, ainda bebês, adotadas por animais que sobreviveram e como eram suas vidas após o retorno para civilização humana extraí lições valiosas. A matéria revelou a história do menino criado por uma família de macacos, dos três aos seis anos em uma floresta africana; a menina ucraniana abandonada pelos pais que viveu com cães por cinco anos; e duas garotas indianas que foram encontradas vivas deitadas em uma toca de lobos. Acrescento ao rol, ainda tem o filme “Micha”, uma garota que viveu com lobos durante a 2 Guerra Mundial. É marcante e triste a questão do abandono, sem duvida, mas o que me chamou atenção é o fato deles terem que deixar de ser imitadores para iniciar o processo de aprendizagem.
Mas o que isso tem a ver com SENGE! O processo de aprendizado, como dissemos na postagem anterior, pode iniciar sendo imitado, mas vai chegar um tempo que deverá ser realmente adotado por cada participante. É indispensável a participação individual. Caso contrário não há aprendizado, somente imitação. Passa ser mais uma técnica, mais uma tentativa, ao meu ver, reforçando ainda mais a incapacidade do que possibilidades.
Se aprendermos aritmética e não debruçarmos sobre os exercícios de equações, logo acreditaremos que eles não funcionam, motivo pelo qual é abandonado. Agora imagina fazer exercícios a quatro mãos? Por essa razão é que caminhar em equipe é um trabalho exigente. Comumente somos tentados abandonar o desenvolvimento ou crescimento sistêmico. Parece que não estamos avançando. Certa vez ouvi uma frase muito curiosa: “sozinho até posso ir mais rápido, mas juntos vamos mais longe”.
Mas o que leva persistirmos no desenvolvimento sistêmico? Resposta: MO-TI-VA-ÇÃO! Principalmente questionar aquilo que supomos, se o fazemos é por antecipação faltam provas que validam nossa opinião. Nossos pressupostos são subjacentes, ao nosso envolvimento sistêmico, ou seja, trazemos na bagagem o habito de desmembrar problemas, “comer um elefante aos pedaços” sem entender o impacto dele em todo o organismo. Nos concentramos em partes de situações complexas e deixamos de analisar como é a ação interligada sobre e entre as partes. Estamos mais tentados a consertar determinados sintomas do que todo o problema. Não há erro absoluto nisso, mas a prática tende a nos levar a ver mais dificuldades do que facilidades no trabalho sistêmico.
Deixar a zona de conforto para colaborar no desenvolvimento de toda equipe, é estar disposto a rever velhos conceitos. Recriar paradigmas e novos modelos mentais. Sem expressar de forma clara, nossos pressupostos, entendendo os demais e construindo não haverá substrato para criar e testar o conhecimento público coletivo, o que nos leva obter o fracasso.
(continua...)
Nunca desista, MANTENHA A FÉ & VIVA INTENSAMENTE!
Um forte abraço,
SACRIFÍCIOS SÃO TEMPORÁRIOS… A RECOMPENSA É PARA SEMPRE
by Gerson Sena de Castro
Personal & Professional Coaching
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desenvolvendo.voce@hotmail.com
: gerson.sena.de.casto
07,012010
Fonte: imagens da internet
No caso de não haver indicação da autoria em algum artigo neste blog, poderá utilizar à seguinte referência: CASTRO, Gerson Sena – COACHING. Guaratinguetá: 2013. Disponível em: http://desenvolvendo-voce.blogspot.com - Acesso em: __-__-_____.
Se você souber informar a "autoria desconhecida" de texto ou citação farei a devida correção.
Sou grato por informar quando extraído qualquer informação desta página. Autorizo utilização dos artigos na íntegra ou parcialmente, desde que seja citada a fonte: http://desenvolvendo-voce.blogspot.com/
6ª Lição – Todas as disciplinas são importantes, estão interligadas e interdependentes uma às outras.
5ª Lição – Expansão do grupo de defensores iniciais e a consolidação do programa se darão à medida que se comprova os méritos práticos.
Recebi esta mensagem de um amiga do curso de RH. Gostaria de compartilhar com os amigos e leitores.
2ª Lição – Para cada história de sucesso houve uma de fracasso;
Assim como Piter Senge marcou sua época, cada um também tem sua oportunidade de marcar a sua breve existência terrena de forma a deixar sua contribuição ao desenvolvimento. De minha parte estou registrando aqui, neste blog, algumas reflexões e “provocações”, enquanto outros escritores não o fazem. Em breve estaremos comemorando 7000 vistas. Já ultrapassamos 200 postagens. Mas qualquer um que chegar hoje, poderá ler e ver o que já registramos. Sendo ou não uma singela contribuição, eis a minha, atualmente sobre a influência de SENGE. Mas prosseguindo...
Dando prosseguimento às provocações de Peter Senge, meu propósito de compartilhar alguns comentários sobre o livro. Visto que no final de 1973, Dom Michel, publica a obra On Learning to Plan – and Planning to Learn (traduzindo ao pé da letra, temos: Em Aprender a planejar – e Planejamento para Aprender), que se baseou em levantamento realizado junto a 14 empresas de grande porte que, reconhecidamente, são voltadas para aprendizagem, lá foi identificado três elementos de “contexto e criadores de significado e definidores de perspectiva” nos esforços da organização que aprende, como sendo (1) visão, valores e integridade; (2) diálogo; e, (3) pensamento sistêmico. Por outro lado outras três práticas se tornaram “essências para a integração da aprendizagem com o trabalho cotidiano” (1) modelagem mental; (2) aprendizagem na ação; e, (3) alavancagem da aprendizagem. Considerando sempre os novos desafios, como globalização, entre outros sem precedentes, muitas organizações não estão preparadas para competir no novo mercado de novas visões, de novos paradigmas.
No inicio dos anos 90 muito se falou em Qualidade Total. Ainda hoje as empresas buscam implantar o programa Q.T. Todavia SENGE alertou para o fato de que apenas 1/3 dos gerentes, das 500 empresas pesquisadas pela Arthur D. Little, nos Estados Unidos, disseram que tal programa gerou um impacto competitivo, mas do outro lado do Atlântico, 2/3 das empresas europeias acabaram abandonando seus programas de Q.T. “por causa de sua incapacidade de produzir [principalmente deles perceberem] resultados que pudessem ser mais expressivos”, cujo impacto devem ser estudados, bem estudados, por quem sabe convencê-los dos resultados positivos. 
Tenho encontrado na web muitos artigos, comentários, textos e resumos da obra de SENGE. Não seria por menos. Seu livro causou, como um marco, uma revolução, para aqueles que buscam por meio do desenvolvimento, pessoal e organizacional, consolidar o crescimento. Crescer dá trabalho, ser grande mais ainda. Na verdade, não há novidade na abordagem de SENGE. A inovação está na forma que ele reúne e apresenta os conceitos. Na forma que ele propõe o novo padrão para o crescimento das organizações. 
