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segunda-feira, 2 de janeiro de 2023

0288 - Artigo 001 Para Linkedin - A Grande Renúncia

 

 A Grande Renuncia - Da Pandemia Global ao RH Brasileiro.


Alerta para os RHs que até o banco Goldman Sachs faz: Tamanho não é documento.

Se você considerar que 120 nanómetros (120 bilionésimos de um metro) foi capaz de causar uma pandemia mundial de COVID-19 e hoje está repercutindo a relação de trabalho nas empresas, compreenderá o alerta de risco de um dos maiores bancos de investimento do mundo.

A pandemia por um lado só retardou pedidos de demissão e divórcios, contudo, por outro lado potencializou um desconforto decorrente do confinamento e intensa tomada de decisões que repercutiu do trabalho à economia.

O fenômeno que está explodindo hoje de pessoas insatisfeitas se desligando das empresas, independentemente de ter uma nova colocação em vista afeta as relações de trabalho, especialmente no que diz respeito de atrair os talentos dentro das empresas.

Em meio à uma pandemia global da covid-19, 53% dos profissionais brasileiros consideram mudar de emprego nos próximos 12 meses, de acordo com uma pesquisa realizada pela Kaspersky. Tal comportamento alterou.

Assim como muitos casais decidiram adiar o ponto final, com queda, em 2020, do número de divórcios no Brasil, o seu menor patamar desde 2015, segundo dados do IBGE. As empresas também tiveram queda nos desligamentos. Faz sentido: era um momento incerto, conturbado e desconhecido. Nos anos seguintes, com o arrefecimento das medidas de isolamento social e a chegada da vacina, o quadro se inverteu. No entanto, o Colégio Notarial do Brasil, registrou recorde em 2021: 77 mil casais se separaram de maneira consensual – o maior número desde 2007.

Somente em setembro e outubro de 2021, mais de 8,5 milhões de americanos pediram demissão sem ter outro trabalho engatilhado, segundo dados do Departamento de Trabalho. Com isso, a porcentagem de trabalhadores que deixaram seus empregos de modo voluntário atingiu sua máxima histórica de 3% nos últimos meses.

O Brasil segui a linha, registrou em fevereiro 632.798 pessoas pediram demissão, segundo levantamento feito pela LCA Consultores. O fenômeno chamado de "a Grande Renúncia" também tem sido reportado na China, Índia, Reino Unido, Alemanha e França.

O pesquisador Anthony Klotz, especialista em psicologia organizacional, cunhou a expressão "a Grande Renúncia", e define — um realinhamento no mercado de trabalho em que uma parcela considerável de pessoas, por diversos motivos, está escolhendo largar seus empregos.

Em apenas dois meses, entre fevereiro e abril de 2020, o número de desempregados passou de 5.717.000 para 23.109.000 nos Estados Unidos. Para o banco Goldman Sachs, isso representa um sério problema para economia, uma ameaça ao crescimento. Prova disso é que Parte das lanchonetes, por exemplo, tiveram que restringir seus pedidos ao delivery, pois não haviam empregados para limpar as mesas e fazer o atendimento da clientela.

Do microspócio ao gigantismo

Pelo que se observa, não é o nanométrico tamanho do vírus, ou o gigantesco poder econômico de uma nação que vai determinar o equilíbrio das coisas. E, com efeito, como sua empresa tem se preparado?

Maiti Junqueira, afirma que no Brasil as empresas ainda estão começando a observar o fenômeno. “No Brasil, a experiência das empresas ainda não tem sido de um debandada. Mas já temos notado saídas de profissionais mais escolarizados e qualificados do que a comparação com os Estados Unidos, e com maior empregabilidade, como profissionais de TI”, diz Gerente de Desenvolvimento de Talentos da LHH.

Para Junqueira o principal motivo dos pedidos de demissão está lastreado na cultura da organização. Levemos em consideração que “mais de 80% das empresas no Brasil são familiares. Muitas delas, com uma cultura que oferece menos flexibilidade, tem índices menores de inclusão e diversidade e funciona na base de comando e controle. Mas a pandemia mostrou outras possibilidades para os funcionários”.

De um lado o trabalho remoto apresentou um aumento da produtividade em até 60%, mas de outro, ocorreu um significativo processo de reflexão por parte da força motriz da economia. Um dos principais aspectos que colabora na debandada de talentos é a insegurança, depois de 2 anos do “fique em casa” o nível de exigência das pessoas adotou novo padrão.

Mas o que podemos fazer para intervir nesse quadro? Primeiro é entender o movimento e observar se o impacto pode, ao menos, em segundo, olhar o como pode ser minimizado.

Para Klotz, ao pesquisar o efeito da "Grande Renúncia" o pior erro que um líder de grupos & equipes pode cometer é alimentar: 1) cultura tóxica das companhias; 2) insegurança dentro da organização; 3) excesso de pressão; e 4) falta de reconhecimento profissional.

Salvo engano, todos esses 4 elementos podem ser alvos de ajustes que, no mínimo, interferirão não só no clima atual, mas como também, reverberar na cultura organizacional, especialmente se forem trabalhados de forma colaborativa.

Colaboração tem sucesso e fracassos

Para o L. Michael Hall, Ph.D., nem toda colaboração dá certo. Ele aponta o Movimento do Potencial Humano, que Abraham Maslow inspirou nos meados de 1950. O dr. Hall afirma que Maslow e seus alunos eram muito colaborativos, mas os outros parceiros convidados não foram. E nomes respeitados como Fritz Perls, que era combativo e Will Schutz e Call Rogers disputaram, após o falecimento de Maslow, com título de “imperador de Esalen”.

Isso nunca significou que não vale a pena colaborar. O grande diferencial é a presença de um líder colaborativo para o negócio. Indústrias e mercados cada vez mais competitivos exigem mais que diretividade, necessitam de liderança de qualidade. É preciso aprender a unir e otimizar forças, a pensar e trabalhar colaborativamente.

 Seja na corrida espacial ou edificação das pirâmides no Egito à muralha da China revelam que, se a colaboração for mutua, ética, reflexiva, congruente, atentas as pseudocolaborações e suas barreiras é possível avançar mais juntos do que sozinhos ou separados.

Agora, o que adianta o RH se empenhar em conduzir o melhor processo de seleção e o dedicado trabalho da equipe de integração se empenharem, ao máximo, em apoiar o novo contratado, se a cultura da organização não está sensível ao alerta. Não é só perda de tempo, recursos e energia, mas também de mercado.

O considerável custo do absenteísmo e o elevado impacto do turnover, que no Brasil podem chegar a 8 vezes o salário do colaborador, com significativo impacto caótico. Mais grave ainda será não ter mão de obra para executar seu trabalho, como no caso das lanchonetes, ou empresas de TI e técnicos especializados.

Não julgue as coisas pelo tamanho aparente. Um vírus microscópico causou um tsunami pandêmico. O bater das asas das jovens borboletas profissionais já anunciam a hecatombe do furação que os RHs terão que administrar com o fenômeno da “grande renuncia”.

Um forte abraço,

SACRIFÍCIOS SÃO TEMPORÁRIOS… A RECOMPENSA É PARA SEMPRE

 

by Gerson Sena de Castro

Mastery Meta-Coaching

 

 

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segunda-feira, 22 de julho de 2019

287 - LÍDER COACH - COMUNICAÇÃO EXECUTIVA

Para um Líder Coach assumir que as pessoas sabem se comunicar é um erro.


Como você se sente quando pensa nos desafios dos 3 problemas que destroem a sua empresa? Portanto, um dos grandes problemas é assumir que as pessoas sabem se comunicar.


No mundo dos negócios, temos vários desafios, desafios de trabalhadores e desafios gestores são muito diferentes. Hoje existem colaboradores de empresas que nem param no escritório, as paredes perderam sentido concreto e ganharam sentidos virtuais. Os profissionais ganharam autonomia em relação ao trabalho, mas só que essa autonomia vem acompanhada de vários desafios. Falo do desafio do RH de se comunicar com os colaboradores das empresas e dos líderes se comunicarem com suas equipes, por exemplo. Como é essa relação de comunicação da liderança?

A relação de comunicação da liderança com os empregados, foi  mudando com o passar dos anos. Durante muito tempo quase não existia foco em pessoas, era imposta a lei do "cumpra-se" se não você está despedido! Ou seja: uma relação de autoridade e obediência: Qual relação de comunicação você acredita que existia nessa época? Não existia líder e sim chefe, não existia uma comunicação efetiva e sim imposta, empobrecida.


Novos tempos

Novas oportunidades

Os tempos mudaram e as relações de trabalho foram sendo modificadas ao longo dos anos. Principalmente da forma de comunicação que gera impacto no comportamento humano. Hoje as empresas querem foco nos negócios, mas também nas pessoas, por que são elas que geram resultado e crescimento para o crescimento empresarial.

Se essa comunicação que vem desde o RH até a ponta não for efetiva pode gerar um imenso retrabalho e um imenso prejuízo financeiro.


Novos Lideres


Os líderes devem transmitir a missão, visão e valores da empresa de modo aberto para toda a empresa. Além disso, contribuir, engajar e motivar seus empregados a fazerem parte desse crescimento. A comunicação tem que ser direta, clara e precisa, é importante que todos se sintam fazendo parte de um mesmo propósito, de uma mesma direção.

Uma comunicação realmente efetiva aumenta a eficácia da gestão, melhora o clima organizacional, ajuda a motivar os colaboradores que passam a confiar mais na empresa. Como resultado eles trabalham por aprofundar-se mais nos seus processos internos. Da mesma forma opinar e participar das decisões, além de reduzir os custos e aumentar a rentabilidade dos trabalhos, por exemplo. 

Comunicação efetiva contribui significativamente para o sucesso da gestão empresarial! Se realizando em suas conquistas e facilitando que outros também se realizem. Em conclusão ao despertar em seus pares um espírito de dançar com você e não de luta contra o outro.



Um forte abraço,


SACRIFÍCIOS SÃO TEMPORÁRIOS… A RECOMPENSA É PARA SEMPRE

by Gerson Sena de Castro
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desenvolvendo.voce@hotmail.com
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Fonte: imagens da internet
No caso de não haver indicação da autoria em algum artigo neste blog, poderá utilizar à seguinte referência: CASTRO, Gerson Sena – META-COACHING. Guaratinguetá: 2012. Disponível em: 
http://desenvolvendo-voce.blogspot.com - Acesso em: __-__-_____.
Se você souber informar a "autoria desconhecida" de texto ou citação farei a devida correção.
Sou grato por informar quando extraído qualquer informação desta página. Autorizo utilização dos artigos na íntegra ou parcialmente, desde que seja citada a fonte: 
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quinta-feira, 18 de julho de 2019

286 - COMUNICAÇÃO INTERNA


Sobre Comunicação Interna é seguro que 70% das pessoas que lerem este artigo tomarão uma decisão. A exemplo, de irem para o próximo nível de conquistas e realizações em suas vidas. Mas vocês vêm se preparando para expandir seus resultados?


Falando em Comunicação Interna.


Você sabe dizer qual é a relação direta entre seus resultados e o gerenciamento de suas emoções? Já parou para avaliar o quanto sua comunicação intrapessoal interfere nas emoções?

Neste post vamos abordar como levar sua comunicação intrapessoal para expandir seus resultados, mas alinhá-los com nível de conquistas e realizações desejado.

Vivemos uma era do conhecimento. Por exemplo, o volume diário de descobertas e produção de conteúdo se assemelha ao conhecimento de toda a idade média.Porém, converter conhecimento em sabedoria e habilidade tem se revelado o maior desafio. Além disso, todo líder ou gestor enfrenta diariamente este e outros desafios em seu nicho, especialmente compartilhar com seus pares.


 Jogo interno


E você joga a favor ou contra sua equipe? Achou a pergunta estranha, pois bem, se você é o líder é você quem determina as regras do jogo. E pode ser que você esteja obtendo 100% dos resultados indesejados em quem vem se dedicando nos últimos tempos. Da mesma forma que sua intenção seja vencer, mas devido sua comunicação intrapessoal tudo pode ficar comprometido.

Saber em que montanha têm ouro não faz de você uma pessoa multimilionária se não souber como tirá-lo de lá. E mais o mesmo se aplica à destreza na comunicação intrapessoal. Por exemplo, se não souber como implementá-la de forma eficaz em seu dia a dia pouco valia terá. Sua equipe precisa de você na qualidade de regente e não de sargentão ou castrador.

Pesquisas médicas revelam os danos do excesso de adrenalina no corpo são tão nefastos quanto tabaco, álcool, ou drogas. Uma comunicação intrapessoal disfuncional é uma bomba interna que aciona adrenalina proporcionando resultados inesperados das pessoas, sem contar o stress. Para que haja uma mudança de comportamento é imprescindível, primeiro, conhecer dos riscos e seu impacto, mas especialmente mudar o comportamento. Neste caso a dor dos danos motivam a busca do prazer das conquistas, que geram o resultados desejados.


Inteligência emocional vs inteligência intelectual


Muito tem se falado sobre a inteligência emocional ser capaz de bloquear o uso da inteligência intelectual de um gênio. Portanto, associando o gerenciamento das emoções a exímia habilidade de um lapidador de diamantes. Acima de tudo, esta pessoa se empenha em aplicar seus conhecimentos para multiplicar o valor da pedra.

Gerenciar as emoções fazendo com que ela jogue a seu favor, separa os “homens dos meninos”. Tal habilidade induz, positivamente, as escolha das atitudes mais alinhadas com minhas intenções. Porém, não de forma reativa, mas proativa e emocionalmente congruente com meu protagonismo pessoal.
A autoconfiança está intimamente ligada à autoestima. Da mesma forma, que permite que uma pessoa desenvolva comunicação intrapessoal assertiva consigo e, consequentemente, com os outros. Ser assertivo significa a capacidade de dizer e fazer o que necessita ser dito ou feito, de forma emocionalmente saudável. Sendo este o divisor de águas entre a agressividade ou passividade.


Congruência ecológica


A célebre frase “conhece-te a ti mesmo” inicia o cuidado com a minha comunicação de mim para comigo. Em outras palavras, abdicar da hipocrisia ao apregoar um comportamento que não pratico, seja para comigo ou com meus pares. Porque assim não se converte seu grupo para um time de alto desempenho.

Se ando só posso até ir mais rápido, mas com minha equipe podemos ir mais longe. Não importa quão elevada e significativas são suas conquistas até hoje, saiba que ainda existe um potencial de 25% adormecido.

Concluindo, no seu interior e de seus colaboradores ainda tem muito potencial a ser explorado. Imagine quanto vale o despertamento e a materialização deste gigante interno. Mas, isso tudo é decorrente de uma boa comunicação intrapessoal, que voluntariamente responde com resultados, aos novos estímulos de um bom líder.





Um forte abraço,

SACRIFÍCIOS SÃO TEMPORÁRIOS… A RECOMPENSA É PARA SEMPRE

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domingo, 7 de julho de 2019

285 - ASSERTIVIDADE E FEEDBACK

Podemos afirmar que assertividade é o canal no qual o feedback flui. Assim como os tolos desprezam a instrução, os sábios a perseguem com afinco.

Uma vez que só os grandes profissionais e gestores de alto desempenho buscam a excelência convidamos para o próximo nível onde abordamos sobre assertividade e feedback.


Como ser assertivo?

Ser assertivo está intimamente relacionado com a capacidade de usar a inteligência dos gênios, com emoção dos monges. É dizer o conteúdo que necessita ser dito, usando a emoção adequada para fazê-lo da forma adequada e atingir o objetivo proposto. Assertividade é a capacidade da pessoa se referir à outra, a partir de uma afirmação considerada pelo falante. Isso não significa que esta tenha que ser uma verdade absoluta, o assertivo tão somente expõe seu ponto de vista, mas de uma maneira especial.

Tipos

Quando se fala em assertividade devemos abordar outros dois elementos que operam nas extremidades, o comum de ambos é a reatividade:
  1. O agressivo é quando a pessoa decide manifestar sua opinião sob influência de uma forte carga emocional, de forma a não se preocupar nem com o conteúdo que está sendo dito, nem com a forma que se fala e muito menos com as pessoas ao redor. Ele quer falar e não interessa mais nada;
  2. O outro extremo é a passividade (ou, não-assertivo), onde a pessoa se cala e não se expressa de forma a não valorizar nem sua opinião, independente ser ela de concordância ou discordância, e até mesmo com as pessoas ao redor. O temor ou forte receio de falar é mais dominante do que a vontade de expressar sua opinião ou sentimento.

Uma pessoa assertiva demonstra autoconfiança e controle de suas emoções, ao passo que os outros dois elementos demonstram operar no polo do descontrole das emoções, seja gritando ou calando.

Vou compartilhar uma lição que aprendi com o que psiquiatra Viktor Frankl, do tempo que foi prisioneiro nazista:

“Eu não posso impedir os guardas de fazerem o que fazem comigo, pois querem que eu seja reativo. Mas eu posso escolher o que eu quero fazer diante dos fatos e assim estarei sendo ativo. E mais, se naquele momento de agir eu escolher também as minhas emoções estarei sendo proativo”.

Valor

Uma pessoa assertiva tem mais facilidade em se comunicar e transmite muita confiança, segurança e credibilidade. Um líder ou gestor que deseja destacar ao mostrar valor no seu trabalho necessita buscar aperfeiçoamento das habilidades de assertividade e feedback, pois gerir pessoas é um grande desafio.

Mas, o que é feedback?

A expressão feedback, comumente usada nas empresas significa retroalimentação, ou seja, é a capacidade de compartilhar com seus pares uma observação a partir do ponto de vista do observador. Sua finalidade está em abastecer o observado com informações em um determinado contexto, a partir do ponto de vista do observador.

Tipos 

Marshall Goldsmith, o conselheiro de renomado CEOs, aponta na linha do tempo dois tipos de feedback, o de resultado e de percurso.

O feedback de resultado é aquele todos recebem ao realizarem uma tarefa, ele ocorre ao final quando se faz a constatação e mensuração do resultado pretendido, ou não.

Já o feedback de percurso se assemelham as placas ao longo da estrada que te auxiliam a chegar no lugar desejado, apontando ele ser essa a melhor estratégia para melhoria do desempenho.

A responsabilidade da comunicação é do comunicador, por isso, observo o modo, tempo e a forma do que fala.

Até poderíamos brincar dizendo que a falta de informação, também é uma informação. Mas dá muito trabalho interpretar os poucos dado recebido, por isso que o real valor e efetividade
da estratégia do feedback pode variar a partir de algumas características:


1. Temporal: de percurso ou de resultado, como apontado por Goldsmith;

2. Avaliativo: quando se avalia de forma positiva ou negativamente um comportamento, evidenciado pelo uso de expressões: bom/ruim; certo/errado, etc.;
3. Grau de contribuição:
  • Construtivo quanto fornece elementos para melhoria, avanço é edificante;
  • já o destrutivo desmobiliza a pessoa que recebe as informações seja pelo cunho avaliativo negativo, seja falta de precisão e detalhes pontuais para uma intervenção efetiva;
4. Detalhamento Criterioso ou genérico: de acordo com o nível de detalhes objetivos em contraponto ao subjetivismo genérico e impreciso que impede o ouvinte de ajustar sua rota seja durante o percurso ou ao final dele;

5. Empírico, técnico ou calibrado:


  • empírico é uma forma de conhecimento resultante do senso comum, por vezes baseado na experiência, sem necessidade de comprovação científica;
  • já o técnico é baseado em procedimentos mais rígidos e validado por normas técnicas;
  • calibrado ocorre no ambiente onde as partes ajustam ou constroem os critérios e criam parâmetros para mensuração, até mesmo para coisas aparentemente imensuráveis.

É comum o emprego da técnica do feedback sanduíche, onde a estratégia de elogio e incentivo equivalem ao pão e o recheio é a informação principal que deseja transmitir.

O PHD Dr. Michael Hall afirma que esse tipo de estratégia é uma forma de idiotizar a pessoa a quem se dá o feedback. Infantiliza a pessoa alvo do feedback por considerá-la inapta a receber um comentário que pode soar como crítica. A técnica também idiotiza o fornecedor, cujo preparo raso não permite compartilhar informações consistentes.

Hall aponta quatro elementos importantes na hora do feedback:

  1. Técnica: existe uma técnica para um feedback efetivo onde o líder contribui para o crescimento de todos, para o melhor uso dos recursos, especialmente humanos;
  2. Permissão: há necessidade de permissão interna tanto para dar quanto para receber, e ela só ocorre diante da permissão, decorrente de critérios previamente ajustados para gerar um ambiente seguro
  3. Atitude: o comportamento interno de quem está dando e recebendo um presente, visto que as pessoas separam comportamento da identidade, pois o feedback é sobre a ação ou falta dela e não tem a menor relação com a identidade e personalidade dos envolvidos.
  4. Precisão: todo feedback tem uma hora certa para ser dado e ouvido, quanto mais próximo do fato melhor. Ele também deve vir com detalhes pontuais, sem achismo ou interpretações. isso ocorre quando é bem descritivo do que foi visto, ouvido e sentido.


Valor

Se você almeja se manter no cargo ou avançar na escala hierárquica eu recomendo ouvir o que o renomado escritor John Maxwell diz:
“A coisa errada na hora errada é fracasso; A errada certa na hora certa é um erro; A coisa certa na hora errada é rejeição; A coisa certa na hora certa é sucesso”.

O líder moderno que não fizer o uso inteligente das emoções revela uma enorme inabilidade para lidar com pessoas e se torna a principal barreira para a progressão de um agrupamento para se tornar time de alto desempenho.

A incapacidade de dizer o que é necessário da forma certa e na hora certa incorre no velho ditado “quem não ajunta, espalha” e até espanta talentos, recursos, potenciais, rentabilidade.

O que eu posso fazer para melhorar meu feedback?


Entre em contato.




Um forte abraço,

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quinta-feira, 30 de agosto de 2018

0284 - TEMPO...!


Não tenho tempo! Tempo é o que não me sobra! Preciso arranjar tempo! Estas e outras tantas frases vêm sendo pronunciadas por nós mesmos, seguidamente.

Houve alguém que declarou: se não domarmos o tempo, será o tempo que nos domará. Quando nos determinamos a realizar algo, certamente arranjaremos tempo. Depende muito da objetividade que tivermos, da vontade de concretizarmos aquele ideal, de cumprirmos uma promessa feita, de buscarmos com garra realmente fazer acontecer aquela atividade. Como nem sempre alcançamos essas metas, lançamos mão de uma farta coleção de desculpas ou motivos que se tornem justificáveis.

Observando atentamente a ilustração anexa, notaremos alguns fatos lamentáveis derivados da "falta de tempo". Tarde demais para realizá-los, uma vez que a oportunidade passou e o tempo se escoou. Qual a nossa avaliação do que vem ocorrendo à nossa volta? Com nossos familiares, nossos amigos e companheiros, nossa carreira profissional e/ou acadêmica, nossos alvos de vida? Estamos sempre procrastinando nossas ações, atitudes, promessas, para outras oportunidades sem perceber que eventualmente não haverá outras ocasiões. Manifestações explícitas de amor e carinho entre cônjuges, entre pais e filhos, entre amigos, estão seguramente entre as principais atitudes. Solidariedade, simpatia, identificação com situações pelas quais outros estão vivenciando, comportamento apropriado diante de eventos aleatórios, procedimentos corretos e responsáveis, constituem fatores que devem ser perseguidos tenazmente por todos nós em cada dia de nossa vida.

Deus luta para que busquemos agir de acordo com o que sempre foi e será a Sua vontade para o gênero humano. E oferece a constante e sempre acessível companhia do Senhor Jesus Cristo para que catalisemos nossas vontades em atos concretos. Basta tão somente a Ele recorrer. Tão simples, tão singelo, tão fácil. Desejo-lhe um final de semana proveitoso e muito feliz, sob os olhares amorosos e paternais de nosso amado Senhor e Salvador Jesus Cristo. Envio-lhe o caloroso e fraterno abraço e que seja compartilhado com os irmãos de seu abençoado Campo. São os desejos deste seu irmão em Cristo e companheiro nesta maravilhosa obra de distribuir a Santa Palavra de Deus levando outros a conhecer o Senhor Jesus Cristo como único e suficiente Salvador.

Clécio Falcão Lins Caldas
Nunca desista, MANTENHA A FÉ & VIVA INTENSAMENTE!
Um forte abraço,

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010,006010 - 182c
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quinta-feira, 23 de agosto de 2018

0283 - SABER FRACASSAR LEVA AO SUCESSO.



Quem quer ser um fracassado? Se você pudesse medir de zero a cem, qual seria a intensidade do desejo de alguém que quer falir? 

Hoje eu creio que 100% das pessoas diriam não para ambas perguntas. Muito pelo contrário, todos querem vencer. Mas será mesmo?

Um velho amigo, que tornou-se um celebre autor de quatros livros bíblicos, escreveu: “O sábio discerne tempo e modo”. Nesta declaração Shelomoh desperta nossa atenção para discernir o tempo no sentido de saber o que precisa ser feito na hora certa.  Já no tocante a discernir o modo eu creio que ele está falando de algumas coisas, como: direção e sentido, ritmo e velocidade, intensidade, para citar alguns exemplos.

Você já deve ter ouvido falar de “tem poder quem age”, o que também é uma verdade. Mas agir por si só não significa nada, se não conjugar direção e velocidade com outras variáveis, a exemplo de significado e intenção.

Quando falamos de significado, estamos investigando a significância que aquelas coisas têm para o agente. O enquadramento[1] de significância é deveras importante, pois a significância é um dos agentes motrizes que governam nossas motivações. Quanto mais elevado for o significado, mais motivado o agente entrará em ação ou sairá dela.

Por ora, eu quero falar da intenções. Tenho observado uma confusão entre intenção e objetivos. Eles divergem entre si. Tem gente que tem objetivo de casar, mas a intenção é ter companhia para combater a solidão. Se esse fosse o quadro da minha amiga Belly, ela estaria em sérios apuros, pois seu esposo trabalho embarcado em uma plataforma petrolífera à 300km da costa, que fica quatro hora da sua cidade, durante 15 dias por mês, quando não 20. Muitos objetivos são criados para satisfazer as intenções mais elevadas, porém a falta de especificação pode acabar provocando um retumbante desvio, nada ecológico.

A esposa de outro amigo tão logo ouviu uma palestra minha, contou sobre a manobra que seu marido realizara em uma autoestrada rumo a Belém. Foram mais de 200 quilômetros sob um asfalto recente, cuja tinta aparentava o frescor da rodovia não inaugurada. Todavia, a paisagem e a nova autopista, só contribuíram para uma confortável rodagem que só distanciava de seu destino, visto que estavam na rota erada. Não havia nada errado com o motorista, ou a dirigibilidade, a velocidade, ou com o veículo, ou mesmo com a rodovia, mas tão somente com rota. Um singelo detalhe que fez toda a diferença.

E você quer saber por qual razão as pessoas fracassam? Do meu ponto de vista, nada além do meu ponto de vista, por ser a vista de um ponto, acredito que seja: 1- Objetivos desalinhados com intensão; 2- Desalinhamento de tempo e modo. Um terceiro item que podemos desenvolver em nossa próxima conversa é sobre os “valores” e os “critérios de valores” que podem afetar severamente as relações interpessoais quando não calibrados.

Por hoje e até a próxima.





[1] Enquadrar é uma expressão utilizada em neuro-semântica sobre colocar limites, semelhante aos limites que um fotografo faz ao dar um cloused num arbusto em uma paisagem.



MANTENHA A FÉ & VIVA INTENSAMENTE!


 

Um forte abraço,

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by Gerson Sena de Castro
Meta-Coaching - ISNS/MCF








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segunda-feira, 10 de abril de 2017

0282 - MOMENTO APROPRIADO PARA MENSURAÇÃO

Em um artigo publicado para o grupo de Meta-Coach, o Dr. L. Michael Hall, PhD, aponta a necessidade de fazer mensuração, o que é sabido por todos. Entretanto, ele alerta que mensuração tardia pode não ser tão efetiva quanto a preventiva, que ele chamou de mensuração de liderança ou alavancagem.

Costumeiramente em minhas palestras falo da pessoa sair de SP com destino ao RJ, mas se deixar para mensurar a evolução da viagem rodoviária 600Km depois, pode estar na divisa com o centro oeste ou no Paraná. Em viagens aéreas ou marítimas, esse princípio da mensuração preventiva, em tempo real, já é bem conhecida, mas na maioria dos objetivos o mais comum é a mensuração depois-do-processo. Ela é obviamente importante, "porém o ponto de mensurar as coisas dessa forma é que a mensuração fica para trás do que você faz. E por conta dessa defasagem, essa mensuração não pode mudar o influenciar o processo de atingimento de meta. Esta é uma mensuração que indica o que aconteceu historicamente. Ela é totalmente impotente quanto a afetar o futuro".

A recomendação é "mensurar as atividades feita para chegar até a meta. Basta olhar para as coisas que precisam acontecer anteriormente para atingir a meta e medir como você está se saindo nessas ações. - Você está fazendo o que é preciso ser feito? - Como você está se saindo nessas atividades? O benefício de mensurar anteriormente as atividades é que essas são as ações que influenciam os resultados. Portanto, essas mensurações dão a você a capacidade de ajustar suas ações e controlar os resultados que você obtém".

Hall prossegue: “Ainda mais empoderador é pegar apenas uma mensuração de alavancagem de liderança e se focar nela. Quando você faz isso, você tem uma ação específica a qual conterá dentro dela alta alavancagem para o sucesso. E se você definir um placar para essa atividade em específico, você terá um possível comportamento de alavancagem que irá previsivelmente garantir a você o sucesso. Por rastrear este comportamento, você tem um placar, e isso permitirá que você saiba - momento a momento - como você se saindo”, avaliar as intervenções e interferências ocorridas no percurso assim ajustar a rota, os planos, calibrando expectativa.

Os Meta-Coaches utilizam o BFO (boa formação de objetivo) como parte do processo. Apoiamos o cliente no rastreamento dos padrões no processo, disfuncionais e potencializadores para alavancar só as intervenções necessárias rumo ao Estado Desejado.



Um forte abraço,
SACRIFÍCIOS SÃO TEMPORÁRIOS… A RECOMPENSA É PARA SEMPRE



by Gerson Sena de Castro
Mastery Coaching
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desenvolvendo.voce@hotmail.com
gerson.sena.de.casto - 
12-997689946

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Fonte: imagens da internet. 

Hall, L. Michael, Ph.D. Diretor Executivo da Neuro-Semântica. Morpheus nº 14 de 2016, Exclusivo para Meta-Coaches. Acessado em 6-04-2017


No caso de não haver indicação da autoria em algum artigo neste blog, poderá utilizar à seguinte referência: CASTRO, Gerson Sena – COACHING. Guaratinguetá: 2017. Disponível em: http://desenvolvendo-voce.blogspot.com - Acesso em: __-__-_____.
Se você souber informar a "autoria desconhecida" de texto ou citação farei a devida correção.
Sou grato por informar quando extraído qualquer informação desta página. Autorizo utilização dos artigos na íntegra ou parcialmente, desde que seja citada a fonte: 
http://desenvolvendo-voce.blogspot.com/

0281 - OS NÃO COACHÁVEIS.

Publiquei no facebook sobre um artigo que estava lendo de autoria do Dr. L Michael Hall, PhD, desenvolvedor do Meta-Coaching.

Quem o conhece sabe de seu rigor e elevado padrão quando se aplica coaching. Razão dele criar o modelo benchmarks, para mensurar objetivamente o que é subjetivo, treinando assim, habilidades pouco desenvolvidas em 99% das formações se Life, Executive, ou Master.

Dr. Hall falou sobre ... A SESSÃO QUE VOCÊ NÃO PODE COACHEAR

(...) "Existem algumas sessões que você simplesmente não pode coachear. Você sabe quais sessões são essas? Um aluno pergunta: "Minha cliente me disse que ela quer mudar o marido dela, para que ele seja mais criativo, romântico, ativo, etc. O que eu devo fazer?". Em um outro momento, outro Meta-Coach perguntou:
"Eu tenho descoberto que a preocupação de muitos executivos de empresas, e até mesmo CEOs, a qual está causando estresse a eles, é que eles querem que seus funcionários mudem e sejam mais produtivos, para que façam as coisas em tempo, para que procrastinem menos, etc. O que eu devo fazer? Como eu posso lidar com estes assuntos para que eu possa ajudar meus clientes a conseguir o que eles querem?"
Em ambos os casos o problema em questão é que o que o cliente quer não está dentro do seu controle. Desta forma, ela viola a pergunta crucial número oito das Perguntas de Boa-Formulação de Objetivos: "Isso está no seu poder? Isso é algo que você pode controlar? Isso é algo que você pode começar e sustentar?"
Quando a resposta a essas perguntas é não, então o que está sendo ponderado não é coacheável. A pessoa pode ser coacheável, mas o assunto não é. O que a pessoa quer, a pessoa não pode controlar ou administrar. Está no poder de outra pessoa. E por estar no poder de outra pessoa, é que isso não está dentro do escopo do coaching. Por conta disso, se você tentar coachear isso, você estará se engajando em um padrão autodestrutivo, em um sonho impossível do cliente." (negritei)

Basta uma avaliação ecológica para rastrear a disfunção correlata. Esse tipo comportamental de coachear a vontade dos outros é bem comum em lideres organizacionais, que querem "consertar" seus pares, mas se esquecem de que ele mesmo é o responsável pela comunicação com sua equipe e co-responsável pelos resultados. 

Não haverá resultado, muito menos a evolução de um agrupamento de pessoas para um time se não houver sinergia (fazer força juntos) e sintonia (todos na mesma direção). Cabe a ele mobilizar e facilitar isso. Os resultados serão baixos diante de forçar a vontade do outro, ou coachear o outro sem a vontade dele. Falta comprometimento e responsabilidade, pilares do coaching.


MANTENHA A FÉ & VIVA INTENSAMENTE!


Um forte abraço,
SACRIFÍCIOS SÃO TEMPORÁRIOS… A RECOMPENSA É PARA SEMPRE



by Gerson Sena de Castro
Meta-Coach 
desenvolvendo.voce@hotmail.com
 12-997689946


 

Fonte: imagens da internet. 

- Hall, L. Michael, Ph.D. Diretor Executivo da Neuro-Semântica. Morpheus nº 14 de 2016, Exclusivo para Meta-Coaches. Acessado em 6-04-2017
06 de Abril de 2016. 

No caso de não haver indicação da autoria em algum artigo neste blog, poderá utilizar à seguinte referência: CASTRO, Gerson Sena – COACHING. Guaratinguetá: 2017. Disponível em: http://desenvolvendo-voce.blogspot.com - Acesso em: __-__-_____.
Se você souber informar a "autoria desconhecida" de texto ou citação farei a devida correção.

Sou grato por informar quando extraído qualquer informação desta página. Autorizo utilização dos artigos na íntegra ou parcialmente, desde que seja citada a fonte: http://desenvolvendo-voce.blogspot.com/

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

0280 - FELIZ CALENDÁRIO NOVO


Minutos finais de 2016... O árbitro do relógio se prepara para levantar os braços! E no apagar das luzes temos dois tipos de pessoas, aquelas que avaliaram suas conquistas e aquelas que estão amargando frustrações. Mas para 2017 ser diferente, ser melhor, o que estamos fazendo de diferente para obter, de fato, resultados diferentes?

Quais são os (auto)investimentos que fizemos em nos mesmos visando conquistar a excelência em diversas áreas da nossas vidas...!?

Tem gente que claramente deu alguns passos, mas será que a caminhada foi em direção aonde eu realmente poderia ir? Quero dar ênfase ao poderia que passa pelo desejado!

Recuar diante de problema ou diante de uma crise não nos gera os resultados pretendidos, só reforça a crença de fracasso e sensação de frustração.  Até pode-se recuar na tentativa de nos preservar, mas a crise não escolhe ninguém, ela acolhe a todos, ela avança e não evita ou desvia de nós somente pelo fato de estarmos assustados ou paralisadas sem ação, a esses ela abate.

É um erro pensar que ela só não atinge aqueles que estão se sobressaindo a ela... Mas têm àqueles que não aceitam de forma nenhuma ver a vida passar sem agir seguramente e têm resultados diferentes. Porém, é decidir adotar uma postura diferente durante o estado de “crise”. Para esses a conturbação desperta um estado de inovação é oportunidade para implantação de um novo softwere de superação, resiliência. É a oportunidade que eles esperavam para elevar o padrão ou o nível de padrão.

Utilizo a metodologia de coaching para apoiar pessoas para que tenham vidas transformadas e impactando outros milhares, direta e indiretamente. Sabe o que essas pessoas tiveram de fazer pra ver mudança, resultado, transformação? Elas simplesmente acreditaram e investiram nelas mesmas.

Eu sei que existem pessoas que decidiram enterrar talentos, dons, propósitos, sonhos e ideais em 2017. Mas meu trabalho é apoiar os “heróis da resistência” que realmente desejam conquistar o almejado. Creem em resultados extraordinários e ardem por dar passos rumo ao sucesso e me convidam para apoiá-los nessa conquista. Construir a melhor versão delas mesmas é o que nos une.

Para aquelas pessoas que avaliam conquistas 31 de dezembro é mais uma data no calendário e nunca um impacto emocional! Para elas eu declaro, feliz calendário novo!


MANTENHA A FÉ & VIVA INTENSAMENTE!


Um forte abraço,
SACRIFÍCIOS SÃO TEMPORÁRIOS… A RECOMPENSA É PARA SEMPRE


by Gerson Sena de Castro
Membro da Escola de Neuro-Semântica de São Paulo 

Meta-Coaching - ISNS-MCF










desenvolvendo.voce@hotmail.com

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Se você souber informar a "autoria desconhecida" de texto ou citação farei a devida correção.
Sou grato por informar quando extraído qualquer informação desta página. Autorizo utilização dos artigos na íntegra ou parcialmente, desde que seja citada a fonte: 
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