(continuando...)
(G-24) - Indagações e experimentações coletivas
Dentre as lições de SENGE uma delas reforçar meu entendimento, como um eco derivado do treinamento em coaching, e a que trata do fato da aprendizagem ser algo constante, uma jornada infinita. No processo de aprendizagem temos um início, o ponto de partida de todas as coisas; também um meio na qualidade de caminho pelo qual trafega, porém não temos um fim, mas uma finalidade, pois, pelo fato de ser constante, o processo, nunca se acaba, ou termina, ou encerra, ou finaliza, mas continuamos dia após dia persistindo. Observo que a medida que um elemento novo é introduzido em um cenário já existente, deparamos agora com um novo cenário, por mais singelo que seja esse elemento ele tem a capacidade de modificar todo a cena. Partindo deste pressuposto, de novo cenário, devemos verificar e interagir com ele como se existisse pela primeira vez e repetiremos isso toda ocorrência de novo elemento. Imagine a cena de três pessoas dentro de um carro, se na tomada dois invertermos passageiro e motorista, trocando suas roupas entre si, embora continuemos com todos os elementos da primeira tomada, já não é mais a primeira cena, mas outra.
Não é diferente com o poder da descoberta. Para SENGE tão logo encerrado o livro, outras lições ficaram claras, sinal que um novo cenário a se descortinar diante dele. A próxima etapa, à necessidade de esforço sustentado, no tocante a colocar em prática as disciplinas de forma continua e permanente figura como um desafio, pois implantar a ideia lançada de forma perene e constitui, no meu modo de ver qualifico como os dois elementos com a chaves-mestre. Ele destaca que os ocidentais são mais imediatistas, objetivista, acostumados a comprimidos e injeções e etc., terão que se esforçar, e muito, quando comprarem a proposta de direcionar profundas mudanças culturais em suas organizações focadas no aprendizado. SENGE nos ensina que em chinês aprender, significa literalmente “estudar e praticar constantemente”. Não é algo que ocorre em uma hora e ponto final, mas “implica em profundas mudanças culturais”.
Além de continuo, o trabalho também deverá ser coletivo e de forma conjunta, onde todos trabalham em conjunto nunca coletivo de forma individual. Nas organizações o trabalho direcionado para aprendizagem só pode dar resultados positivos quando realizado por uma equipe. A comunidade, ao trabalhar junto produzirá uma gama mais ampla de experimentos com ferramentas e métodos existentes, e até mesmo introduzindo elementos novos, modificando ou desenvolvendo ferramentas e métodos de forma que, como dito inicialmente, a obter um novo cenário. SENGE chega a dizer que essa prática não só pode acelerar e facilitar o processo como ainda minimizar o que poderia impedir / retardar o progresso, o que ocorrem em quem trabalha isolado. Particularmente, para mim, é muito melhor o trabalho conjunto do que isolado. No processo coletivo todos os atores são autores do conhecimento, protagonistas, ao passo que, quando o conhecimento é produzido em laboratório hermético, ainda terá que enfrentar os custos do repasse e as resistências decorrentes. Neste último vemos a reminiscências do velho “manda quem pode obedece quem tem juízo”.
(continua...)
Nunca desista, MANTENHA A FÉ & VIVA INTENSAMENTE!
Um forte abraço,
SACRIFÍCIOS SÃO TEMPORÁRIOS… A RECOMPENSA É PARA SEMPRE
by Gerson Sena de Castro
Personal & Professional Coaching
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: gerson.sena.de.casto
012,010010
Fonte: imagens da internet
No caso de não haver indicação da autoria em algum artigo neste blog, poderá utilizar à seguinte referência: CASTRO, Gerson Sena – COACHING. Guaratinguetá: 2013. Disponível em: http://desenvolvendo-voce.blogspot.com - Acesso em: __-__-_____.
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Olá! Hoje quero comentar sobre o processo de decisão. A decisão é o fechamento de um processo e deflagração de outro. Quando se decide algo concluímos o processo de escolha em conferencias de vários elementos, pelo menos é o que se espera que seja feito tanto na escolha quanto na checagem. O processo de escolha pode não ser fácil, mas é algo simples. Por possuir etapas bem demarcadas que passam pela identificação do problema, definição do resultado, levantamento das alternativas, verificação dos efeitos, escolha da melhor opção que levará ao resultado pretendido. Acaso seja suprimida alguma fase pode-se enfrentar, de forma despreparada, problemas que seriam perfeitamente previsíveis numa checagem bem feita.