(B-17) - IntroduçãoTenho encontrado na web muitos artigos, comentários, textos e resumos da obra de SENGE. Não seria por menos. Seu livro causou, como um marco, uma revolução, para aqueles que buscam por meio do desenvolvimento, pessoal e organizacional, consolidar o crescimento. Crescer dá trabalho, ser grande mais ainda. Na verdade, não há novidade na abordagem de SENGE. A inovação está na forma que ele reúne e apresenta os conceitos. Na forma que ele propõe o novo padrão para o crescimento das organizações.
Como Coach, a obra de SENGE me chamou atenção pelo fato de trabalharmos com o desenvolvimento pessoal, e como entendemos, tudo acaba por repercutir nas organizações. O ponto de partida de SENGE é a empresa –chamada de organização–, enquanto o meu foco, como assessor, é a pessoa. Ele afirma que para mudar a organização é necessário investir nas pessoas, enquanto a abordagem do coaching é, principalmente investigar na pessoa a real motivação para mudança, que refletirá imediatamente no meio que está. Muito embora, por vezes, a organização busca minha intervenção como forma de executar o processo de implementação de mudança, por meio do apoio pessoal ao colaborador, motivando-o, apoiando-o e identificando, com ele, meios e formas de efetivamente aprimorar competências e habilidades é evidente que a organização não basta demonstrar interesse, mas sim estar receptiva ao processo de mudança. Isso ocorre por meio daqueles que ocupam todos os nível organizacional.
SENGE trabalha no MIT (MASSACHUSETTS INSTITUE OF TECHNOLOGY – ou Instituto de Tecnologia de Massachusetts), uma organização de ensino fundada em 1865, que é dedicado a fornecer a seus alunos uma educação que combina estudo acadêmico rigoroso com a excitação da descoberta, empreendendo apoio e estímulo intelectual de uma comunidade em diverso campus do conhecimento. Pelo MIT já passaram as melhores mentes dos tempos modernos, entre sete presidentes americanos, expressivos políticos e homens de negócio. Sendo uma referencia internacional para administração e economia, produção literária e intelectual.
O livro de SENGE é fruto de sua meditação matinal, em 1987 algo lhe saltou a mente e serviu de starter para o entendimento de que “a organização que aprende” se tornaria uma coqueluche da administração moderna. Sendo assim, seu papel seria contribuir para a aprendizagem organizacional. Independente do modismo, seu efeito crescimento-nivelamento-declínio, o que diferenciava dos demais era o estabelecimento do pensamento sistêmico.
Aires de Geus[1] afirmou que o tempo de vida médio de uma empresa é 12,5 anos, e para uma multinacional, 40 anos, mas o que faz de algumas empresas se tornarem seculares é o fato de tratarem seus colaboradores, como organismos vivos, e não como ativos a serem explorados. Senge e Geus são amigos e trocaram muitas figurinhas, acredito em mutuas citações bibliográficas, sem contar tantos outros trabalhos acadêmicos nos quais são referência e fundamentos. As organizações não existiriam sem as pessoas, estão para empresas assim como as células para os humanos. É natural a perda ou renovação de uma ou outra, mas o processo desordenado de crescimento, perda ou modificação afeta letalmente o sistema. Sobre isso, debateremos nas próximas postagens.
Nunca desista, MANTENHA A FÉ & VIVA INTENSAMENTE!
Um forte abraço,
SACRIFÍCIOS SÃO TEMPORÁRIOS… A RECOMPENSA É PARA SEMPRE
by Gerson Sena de Castro
Personal & Professional Coaching
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desenvolvendo.voce@hotmail.com
: gerson.sena.de.casto
006,009010
Fonte: imagens da internet; [1] - http://www.ariedegeus.com/ – acessado em 30-05-2013
No caso de não haver indicação da autoria em algum artigo neste blog, poderá utilizar à seguinte referência: CASTRO, Gerson Sena – COACHING. Guaratinguetá: 2013. Disponível em: http://desenvolvendo-voce.blogspot.com - Acesso em: __-__-_____.
Se você souber informar a "autoria desconhecida" de texto ou citação farei a devida correção.
Sou grato por informar quando extraído qualquer informação desta página. Autorizo utilização dos artigos na íntegra ou parcialmente, desde que seja citada a fonte: http://desenvolvendo-voce.blogspot.com/


Olá! Hoje quero comentar sobre o processo de decisão. A decisão é o fechamento de um processo e deflagração de outro. Quando se decide algo concluímos o processo de escolha em conferencias de vários elementos, pelo menos é o que se espera que seja feito tanto na escolha quanto na checagem. O processo de escolha pode não ser fácil, mas é algo simples. Por possuir etapas bem demarcadas que passam pela identificação do problema, definição do resultado, levantamento das alternativas, verificação dos efeitos, escolha da melhor opção que levará ao resultado pretendido. Acaso seja suprimida alguma fase pode-se enfrentar, de forma despreparada, problemas que seriam perfeitamente previsíveis numa checagem bem feita.
Um escritor de renome escreveu: “Eu estava dirigindo a uma distância segura do carro da frente, quando o motorista pisou no freio. Parei imediatamente, mas o carro atrás de mim estava próximo demais e bateu no meu jipe. Na verdade não houve dano algum, mas enquanto eu me afastava dali, algo a respeito daquele incidente me incomodou. Semanas depois, eu estava em uma rodovia de alta velocidade. Atrás de mim estava um enorme caminhão carregado de carros...diante de mim, havia diversos carros... e mais adiante, um ônibus escolar. O ônibus parou para deixar uma criança. Encostei e parei atrás do carro da frente e depois me lembrei da lição que aprendi com o acidente anterior. Às vezes posso parar com segurança, mas o motorista atrás de mim, não. Quando olhei pelo retrovisor, o caminhão cheio de carros estava tentando parar desesperadamente. Encostei, dando-lhe o espaço livre do tamanho de mais um carro, enquanto ele, cantando os pneus, parava: bem atrás do carro que antes estivera diante de mim. Se eu não tivesse feito isso, todos nós teríamos engavetado.”
Querido amigos!