Meu amigo Clênio Falcão Lins Caldas escreveu uma mensagem bem interessante, ele diz: “Muitas são as desculpas pelo fracasso. Poucos são os motivos que impedem de se tentar de novo”. Vejo que pessoas contam mais os tombos e as feridas do que as vezes que se levantou e se recompôs. Errar e fracassar não é fundamento plausível e justificável, para desistir. No texto ele afirmou algo interessante: “Se os sonhos ainda persistem o que nos impede de continuar tentando? Pode ser que o êxito esteja muito próximo e nunca ficaremos sabendo se não prosseguirmos em tentativas sucessivas”. Em algumas ocasiões e processos de coaching que atendo acabo constatando uma aparente derrota no interior do coachee, e geralmente viro ao meu cliente e digo: “o `não` já temos, vamos arriscar um `sim`?”. Meu amigo é um homem cheio de esperanças e muita fé, na mensagem que me enviou ele escreveu: [Gerson,] “(...) de qualquer forma, ainda resta um ‘trunfo’ em nossas mãos, que é recorrer sempre e em todas as circunstâncias que nos parecem adversas ao socorro bem presente de nosso Deus. Infelizmente de quando em vez tomamos conhecimento de pessoas que simplesmente ‘entregam os pontos’ sem ao menos recorrer ao auxílio divino que está tão perto e ao nosso alcance”.
Descobri o efeito fisiológico da fé nas pessoas. A fé em uma Divindade Superior favorece o sistema imunológico do ser humano, redução do estresse, depressão entre outros males que assola a saúde, sem contar os benefícios advindos de uma resposta divina ao “coração contrito [que o Senhor não] ... o desprezará”. Quando temos fé em Algo mais elevado, o nosso cérebro utiliza de mecanismos e canais neuronais que desenvolvermos para interligar áreas e funções cerebrais. As mesmas vias para ter fé em Deus servem para aplicar para crer em nossas capacidades, habilidades e possibilidades no enfrentamento dos desafios que nos surgem. Assim como numa academia fortalecemos músculos que serão utilizados para vencer a prova numa piscina a fé desenvolve “músculos” emocionais que nos dão força para realização.
Quando permitimos o desenvolvimento desta parte de nós, não tenho dificuldade em crer com facilidade que se Deus, tão Supremo, Puro e Santo, (Amém!), achou Graça em acreditar em mim, quem sou eu para desacreditar ou dizer o contrário.
Pense nisso. Para vencer é preciso ter fé...!
Nunca desista, MANTENHA A FÉ & VIVA INTENSAMENTE!
Um forte abraço,
SACRIFÍCIOS SÃO TEMPORÁRIOS… A RECOMPENSA É PARA SEMPRE
by Gerson Sena de Castro
Personal & Professional Coaching
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: gerson.sena.de.casto
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Fonte: imagens da internet
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Olá! Hoje quero comentar sobre o processo de decisão. A decisão é o fechamento de um processo e deflagração de outro. Quando se decide algo concluímos o processo de escolha em conferencias de vários elementos, pelo menos é o que se espera que seja feito tanto na escolha quanto na checagem. O processo de escolha pode não ser fácil, mas é algo simples. Por possuir etapas bem demarcadas que passam pela identificação do problema, definição do resultado, levantamento das alternativas, verificação dos efeitos, escolha da melhor opção que levará ao resultado pretendido. Acaso seja suprimida alguma fase pode-se enfrentar, de forma despreparada, problemas que seriam perfeitamente previsíveis numa checagem bem feita.
Um escritor de renome escreveu: “Eu estava dirigindo a uma distância segura do carro da frente, quando o motorista pisou no freio. Parei imediatamente, mas o carro atrás de mim estava próximo demais e bateu no meu jipe. Na verdade não houve dano algum, mas enquanto eu me afastava dali, algo a respeito daquele incidente me incomodou. Semanas depois, eu estava em uma rodovia de alta velocidade. Atrás de mim estava um enorme caminhão carregado de carros...diante de mim, havia diversos carros... e mais adiante, um ônibus escolar. O ônibus parou para deixar uma criança. Encostei e parei atrás do carro da frente e depois me lembrei da lição que aprendi com o acidente anterior. Às vezes posso parar com segurança, mas o motorista atrás de mim, não. Quando olhei pelo retrovisor, o caminhão cheio de carros estava tentando parar desesperadamente. Encostei, dando-lhe o espaço livre do tamanho de mais um carro, enquanto ele, cantando os pneus, parava: bem atrás do carro que antes estivera diante de mim. Se eu não tivesse feito isso, todos nós teríamos engavetado.”
Querido amigos!