Achei muito curiosa a parábola do “sapo escaldado”, que li no livro de Piter Senge. Quando colocado em uma panela de água quente ela dará um pulo de imediato. Mas quando colocado em uma panela com água ainda com temperatura ambiente, e sem ninguém para assustá-lo, ele ficará lá dentro tranquilamente. Porém se atear fogo à panela a temperatura aumentará e gradativamente, quando esta chegar entre 20 e 30 graus, o anfíbio, não se moverá e dará sinais que está gostando. Mas à medida que a temperatura se eleva gradativamente, o sapo ficará cada vez mais tonto, até que não será mais capaz de reagir e sair da panela, embora esteja livre. Por quê? Porque, nos sapos, o mecanismo interno que detecta a ameaça à sobrevivência é regulado para reagir a mudanças súbitas do meio ambiente, e não mudanças lentas e graduais.
A mesma coisa eu verifiquei nas pessoas quando estão em um ambiente em que lentamente um odor desagradável é introduzido. - Quem conhece a poluição de São Paulo que o diga -. Quanto mais permanecem no local menos o percebem, mesmo que ele aumente sua intensidade. Por razões assim, muitas pessoas vivem sobre lixo, a beira de canais de esgotos, etc. sem se incomodarem mais.
Chamarei de “Síndrome da Tolerância” quando um individuo passa a conviver com um vício, certamente nocivo, mas logo se acostuma e o tolera como se tudo fizesse parte um do outro. A síndrome da tolerância bloqueia o executivo central, verdadeiro e principal setor cerebral concretizador dos processos de mudança. A observação atenta aos eventos tanto sutis quanto aos drásticos pode evitar o mesmo destino do sapo. Verifique os processos graduais. Chamo atenção para algo dito pelo Apostolo Paulo de Tarso, a mais de 1980 anos, "... não vos conformeis com este século...", conformar é tomar forma.
Para F. Pessoa: Viver não é preciso!
Como Coach digo: Vencer é preciso,
matemática também!
Para se valorizar, descubra como!
Nunca desista, MANTENHA A FÉ & VIVA INTENSAMENTE!
Um forte abraço,
SACRIFÍCIOS SÃO TEMPORÁRIOS… A RECOMPENSA É PARA SEMPRE
by Gerson Sena de Castro
Personal & Professional Coaching
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Olá! Hoje quero comentar sobre o processo de decisão. A decisão é o fechamento de um processo e deflagração de outro. Quando se decide algo concluímos o processo de escolha em conferencias de vários elementos, pelo menos é o que se espera que seja feito tanto na escolha quanto na checagem. O processo de escolha pode não ser fácil, mas é algo simples. Por possuir etapas bem demarcadas que passam pela identificação do problema, definição do resultado, levantamento das alternativas, verificação dos efeitos, escolha da melhor opção que levará ao resultado pretendido. Acaso seja suprimida alguma fase pode-se enfrentar, de forma despreparada, problemas que seriam perfeitamente previsíveis numa checagem bem feita.
Um escritor de renome escreveu: “Eu estava dirigindo a uma distância segura do carro da frente, quando o motorista pisou no freio. Parei imediatamente, mas o carro atrás de mim estava próximo demais e bateu no meu jipe. Na verdade não houve dano algum, mas enquanto eu me afastava dali, algo a respeito daquele incidente me incomodou. Semanas depois, eu estava em uma rodovia de alta velocidade. Atrás de mim estava um enorme caminhão carregado de carros...diante de mim, havia diversos carros... e mais adiante, um ônibus escolar. O ônibus parou para deixar uma criança. Encostei e parei atrás do carro da frente e depois me lembrei da lição que aprendi com o acidente anterior. Às vezes posso parar com segurança, mas o motorista atrás de mim, não. Quando olhei pelo retrovisor, o caminhão cheio de carros estava tentando parar desesperadamente. Encostei, dando-lhe o espaço livre do tamanho de mais um carro, enquanto ele, cantando os pneus, parava: bem atrás do carro que antes estivera diante de mim. Se eu não tivesse feito isso, todos nós teríamos engavetado.”
Querido amigos!