O abacaxi (ananas comosus) é uma deliciosa fruta tropical da família das bromeliáceas, tem o sabor bastante ácido e muitas vezes adocicado. Embora seja bem apreciada aqui no Brasil, na gíria, abacaxi significa 'algo que não dá bom resultado, coisa embrulhada ou que não presta'. Este fato provavelmente se deve a seu visual espinhoso e ressequido, bem como uma certa dificuldade para descascá-lo, principalmente sem uma faca bem afiada. “Descascar o abacaxi”, na expressão da gíria, significa resolver um problema difícil e quem não gosta de problema ou trabalho, entende muito bem seu significado.
Veja como tirar uma lição desta narrativa que me enviaram. Aqueles que têm sabedoria sabem, além de descascar bem, o abacaxi, aproveitar todo o potencial desta fruta. Da mesma forma que proatividade faz a diferença entre as pessoas é possível aproveitar todas as oportunidades para vencer, basta saber como!
Um forte abraço,
SACRIFÍCIOS SÃO TEMPORÁRIOS… A RECOMPENSA É PARA SEMPRE
by Gerson Sena de Castro
Personal & Professional Coaching
O ABACAXINunca desista, MANTENHA A FÉ & VIVA INTENSAMENTE!
Álvaro trabalhava em uma empresa. Funcionário sério, dedicado, cumpridor de suas obrigações e, por isso mesmo está com seus 20 anos de casa. Um belo dia, ele vai ao dono da empresa para fazer uma reclamação:
- Patrão tenho trabalhado durante esses 20 anos em sua empresa com toda a dedicação, só que me sinto um tanto injustiçado. O Luiz, que está conosco há somente três anos, está ganhando mais do que eu.
O patrão, fingindo não ouvi-lo disse:
- Foi bom você vir aqui. Tenho um problema para resolver e você poderá me ajudar. Estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço de hoje. Ali na esquina tem uma barraca. Vá até lá e verifique se eles têm abacaxi.
Álvaro, sem entender direito, saiu da sala e foi cumprir a missão. Em cinco minutos estava de volta.
- E aí Álvaro? Perguntou o patrão.
- Verifiquei se o moço tem abacaxi, como o senhor mandou.
- E quanto custa?
- Isso eu não perguntei, não.
- Eles têm quantidade suficiente para atender a todos os funcionários do escritório? Quis saber o patrão.
- Também não perguntei isso, não.
- Há alguma outra fruta que possa substituir o abacaxi?
- Não sei não...
- Muito bem, Álvaro... Sente-se ali naquela cadeira e aguarde um pouco. O patrão pegou o telefone e mandou chamar o Luiz. Deu a ele a mesma orientação que dera ao Álvaro. Em oito minutos, o Luiz voltou.
- E então, Luiz? – Indagou o patrão.
- Eles têm abacaxi sim. Em quantidade suficiente para todo o nosso pessoal do escritório. E se senhor preferir tem também mamão a R$ 1,00 o quilo, o melão a R$ 1,20 a unidade, e a laranja a R$ 20,00 o cento, já descascadas. Mas como eu disse que a compra seria em grande quantidade, eles me concederam um desconto de 15%. Deixei reservado. Conforme o senhor decidir, volto lá e confirmo, explicou o Luiz.
Agradecendo pelas informações, o patrão dispensou-o. Voltou-se para o Álvaro, que permaneceu sentado ao seu lado, e perguntou-lhe:
- Álvaro, o que foi que você estava mesmo me dizendo?
- Nada sério não, patrão. Esqueça, com sua licença.
E o Álvaro deixou a sala. [Com uma lição a mais!]
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Fonte: imagens da internet
No caso de não haver indicação da autoria em algum artigo neste blog, poderá utilizar à seguinte referência: CASTRO, Gerson Sena – COACHING. Guaratinguetá: 2012. Disponível em: http://desenvolvendo-voce.blogspot.com - Acesso em: __-__-_____.
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Um escritor de renome escreveu: “Eu estava dirigindo a uma distância segura do carro da frente, quando o motorista pisou no freio. Parei imediatamente, mas o carro atrás de mim estava próximo demais e bateu no meu jipe. Na verdade não houve dano algum, mas enquanto eu me afastava dali, algo a respeito daquele incidente me incomodou. Semanas depois, eu estava em uma rodovia de alta velocidade. Atrás de mim estava um enorme caminhão carregado de carros...diante de mim, havia diversos carros... e mais adiante, um ônibus escolar. O ônibus parou para deixar uma criança. Encostei e parei atrás do carro da frente e depois me lembrei da lição que aprendi com o acidente anterior. Às vezes posso parar com segurança, mas o motorista atrás de mim, não. Quando olhei pelo retrovisor, o caminhão cheio de carros estava tentando parar desesperadamente. Encostei, dando-lhe o espaço livre do tamanho de mais um carro, enquanto ele, cantando os pneus, parava: bem atrás do carro que antes estivera diante de mim. Se eu não tivesse feito isso, todos nós teríamos engavetado.”
Querido amigos! 
Quando conclui a leitura do livro “O Monge e o Executivo”, de James C. Hunter acabei por querer registrar minha participação na obra. E o fiz assim: 


